Depoimentos
O que as famílias que passaram por aqui têm a dizer
Depoimentos de quem conheceu a casa, mandou um familiar para cá e voltou para contar.
Voltar ao início6
anos de operação em Manaus
+80
moradores e participantes ao longo dos anos
4,8
média de satisfação entre famílias consultadas
24h
equipe presente todos os dias sem exceção
O que dizem as famílias
Depoimentos de quem conhece a casa por dentro
Sandra Figueirêdo
Manaus, AM — filha de moradora
A minha mãe está na Ala Algodão há dois anos. O que mais me surpreendeu foi a carta que chega todo mês — não é uma ficha técnica, é um texto de verdade sobre como ela está passando, o que fez durante a semana, se comeu bem. Parece bobagem, mas faz uma diferença enorme quando você trabalha o dia inteiro e não pode ir ver ela toda hora.
Junho de 2025
Roberto Costa
Manaus, AM — filho de participante
Meu pai participa do Programa Manhã à Beira-Rio desde março. Ele voltou a falar de sair de casa, de ter planos para o dia. Antes ficava sentado esperando o tempo passar. O grupo de caminhada foi o que mais pegou — ele virou amigo do Carlos e na sexta-feira já está ansioso pela semana seguinte.
Julho de 2025
Luciana Barroso
Manaus, AM — irmã de moradora
Quando internamos minha irmã, eu tinha muito medo de como ela ia reagir. O processo de chegada foi mais tranquilo do que eu esperava — eles conversaram muito antes de qualquer coisa, anotaram tudo que ela gosta e não gosta. Ela demorou umas duas semanas para se ajustar, mas hoje não quer sair. Uma coisa que poderia melhorar é ter mais variedade nas atividades, mas o resto está ótimo.
Junho de 2025
Marcos Oliveira
Manaus, AM — sobrinho de morador
A política de visitas foi o que nos convenceu. No lugar que visitamos antes do Refúgio Ubá, a visita era só às quartas-feiras entre 14h e 16h. Aqui a gente pode aparecer qualquer dia das 9h às 20h. Para quem tem uma agenda irregular como a minha, isso faz toda a diferença. Já fui umas quatro vezes no último mês em dias e horários diferentes e nunca me impediram de entrar.
Julho de 2025
Patrícia Almeida
Manaus, AM — filha de participante
A comida foi a primeira coisa que meu pai comentou quando chegou em casa na primeira tarde. Ele disse que o almoço estava "igual ao que a vovó fazia". Para quem cresceu com comida feita em casa e nunca gostou de refeitório, isso foi tudo. A Ana Paula manda bem mesmo no fogão.
Junho de 2025
Juliana Vasconcelos
Manaus, AM — filha de hóspede temporária
Usamos a Estadia de Dezesseis Noites quando viajei para visitar minha filha em São Paulo. Minha mãe ficou bem, participou das atividades e não teve nenhum problema sério. O que me ajudou muito foi saber que tinha uma equipe presente à noite — eu ficava bem tranquila dormindo por lá. Só não coloquei cinco estrelas porque a comunicação durante o período poderia ter sido um pouco mais frequente da parte deles.
Julho de 2025
Histórias reais
Como algumas famílias chegaram ao Refúgio Ubá
Seu Ernesto, 78 anos
Participante do Programa Manhã à Beira-Rio — desde março de 2025
A situação
Aposentado, morava com a filha que trabalha fora das 07h às 18h. Ficava sozinho a manhã inteira, sem atividade, sem companhia. A família percebeu que ele estava cada vez mais fechado e sem iniciativa.
O que mudou
Começou no programa em março. A filha liga às 13h para saber como foi a manhã — ele sempre tem alguma história para contar. O grupo de caminhada das 07h30 se tornou o ponto alto da semana. Fez amizade com outros dois participantes.
Hoje
Quatro meses depois, acorda mais cedo, já deixa a roupa separada na noite anterior. A filha lê os bilhetes semanais toda sexta-feira. A família avalia continuar no programa enquanto ele quiser.
"Ele nunca foi de pedir nada. Então quando começou a pedir para ir todas as segundas-feiras, eu entendi que era o lugar certo." — filha de Seu Ernesto
Dona Marilene, 82 anos
Moradora da Ala Algodão — desde setembro de 2024
A situação
Viúva, morava sozinha num apartamento. A família, espalhada entre Manaus e Belém, ficava preocupada com as quedas e com o isolamento. Ela resistia a qualquer mudança, mas concordou em conhecer o Refúgio Ubá após uma visita.
O que mudou
A equipe conversou com ela antes de qualquer decisão, anotou tudo que importava: o horário do café da manhã, o programa de rádio que ela ouvia, as flores que gostava de regar. A adaptação foi gradual e a família foi informada de cada etapa por escrito.
Hoje
Dez meses morando na Ala Algodão. Cuida de uma parte do jardim toda terça-feira. O filho que mora em Belém visita uma vez por mês e participa do almoço familiar. Recebe a carta mensal e diz que "é o que mais espero no final do mês".
"Quando a Marina me falou que ia mandar uma carta todo mês para o meu irmão em Belém contar como a mãe estava, eu quase chorei. Isso é o que faltava." — filha de Dona Marilene
Seu Nilton, 75 anos
Estadia de Dezesseis Noites — outubro de 2024
A situação
A filha precisava viajar por duas semanas para resolver uma questão de inventário em outro estado. O marido dela também viajaria. Ninguém da família próxima poderia cuidar do pai nesse período.
O que mudou
Seu Nilton passou dezesseis noites na casa. Participou das atividades, fez amizade com outro morador que também gostava de jogar cartas. A equipe anotou sua preferência por acordar tarde e adaptou o horário do café da manhã dele.
Depois
A filha voltou e Seu Nilton pediu para voltar a visitar a casa para jogar cartas. A família está considerando o Programa Manhã à Beira-Rio para ele no segundo semestre.
"Eu fui embora sem culpa, e isso foi muito importante. Sabia que estava em boas mãos, e o Leandro me mandou uma mensagem quando ele chegou bem na primeira noite." — filha de Seu Nilton
Contato
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Telefone
+55 92 3624-7185Endereço
Rua Ceará, 1937 — Adrianópolis
Manaus - AM, CEP 69057-021
Atendimento
Segunda a sexta: 08h às 18h
Sábado: 09h às 14h
Visitas à casa: 09h às 20h, todos os dias
A melhor forma de conhecer o Refúgio Ubá é vir pessoalmente. Recebemos famílias para visitas sem compromisso, em qualquer dia de segunda a sábado.
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